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Aprendendo Caligrafia: Brush Pen e Aquarela

A arte da caligrafia, de certa forma, sempre me chamou a atenção. Adorava caprichar ao máximo em minhas atividades escolares e ir à papelaria para comprar canetas coloridas era meu deleite secreto (e nada barato).

Recentemente, com as redes sociais e tudo mais, me vi bombardeada de artes belíssimas, incluindo convites, envelopes, quadros decorativos e tudo feito à mão. Me apaixonei de vez. 

Há quatro meses comecei a treinar. Comprei um kit do Instituto Universal Brasileiro e praticava todos os dias. Comecei a ver grandes resultados e minha musculatura já estava treinada com a regrinha de ouro “pra cima fraco, pra baixo forte”, mas quando entrei em contato com a pena e nanquim, tudo deu errado.

A tinta vazava demais, o traço ficava manchado e as letras perdiam toda a graciosidade…Nessa época acabei deixando o kit um pouco de lado. Treinava cada vez menos e só usava lápis ou caneta esferográfica, mas não era a mesma coisa.

Meu interesse voltou com tudo quando descobri o site The Postman Knock. Lá ela ensina tudo sobre como começar com a caligrafia em várias técnicas, incluindo a brush pen e aquarela.

Mais do que depressa, comprei os materiais básicos que precisava (AQUI e AQUI) e voltei a praticar. Me assustei com a diferença que cada material reage ao toque ‘forte e fraco’ e as letras, realmente, saem muito diferentes. Me vi tendo que aprender tudo de novo.

As brush pens que comprei são as Koi Coloring Brush Pen Sakura, nas cores Laranja e Azul Céu e Pigma Brush, na cor preta. São mais baratinhas, mas a ponta tende a se danificar com mais facilidade e o traçado pode ficar menos uniforme. Elas são excelentes para treinar e não dá tanta dó de usar por horas e horas. Vi muitas recomendações sobre a as canetas da marca Tombow e, quando essas acabarem, serão a minha escolha.

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A aquarela, por outro lado, foi um processo mais delicado, mas não menos apaixonante.

Aprender a dosar a quantidade de água-tinta é um desafio até hoje, mas os resultados valem a pena. A tinta que uso é da marca Pentel, recomendada para iniciantes pelo preço mais camarada e qualidade bacaninha, já que as pastilhas de aquarela escolares são um caso a parte e ainda não me deparei com uma de boa qualidade.

Para fazer a caligrafia, comprei o famosinho Aquash Brush, também da Pentel (que ainda não me adaptei bem) e outros comuns, da marca Tigre (meus atuais preferidos). O processo da escrita é bem mais cuidadoso, principalmente por envolver papel e água, e, muitas vezes, o meu controle sobre as cerdas do pincel não é dos melhores e acabo tendo que recomeçar.

Mas, tirando tudo isso, posso dizer que virou meu hobby oficial. É terapêutico e o resultado é belo. Me apaixono cada dia mais, mesmo nutrindo um ódio mortal pelas letras d, m e n.

Meu próximo desafio: a escrita com nanquim e pena. Me desejem sorte.

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2 comentários sobre “Aprendendo Caligrafia: Brush Pen e Aquarela

  1. Olha, se tem uma coisa que admiro é quem tem letra bonita, se tem algo que morro de vergonha é da minha letra. rsrs
    Se tem algo que eu sou fã é de quem tem domínio em caligrafia artística, é belo, né?!
    Eu já tentei treinar caligrafia em casa, apenas com cursos no youtube, mas sei lá, por alguma razão não levei adiante. Deixei de lado, resolvi apenas admirar as que vejo por aí.
    Não deixe de compartilhar os resultados do seu novo passatempo. =}

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